Le Monde c’est voux
Em minha alma dormente
Há um coração que sente
Um amor que mente
Uma dor insolente,
Mas o mundo continua a girar...
Gira o mundo, gira eu também
Do Japão ouso rock
Do inglês uso locked
Para minha fé, amém.
Crio a música vencida,
A canção da minha vida,
O espanhol da minha dança
O meu gingado brasileiro
A minha cubana esperança
E meu amor mineiro.
Sou o que há dentro de mim,
O que vejo,
O que ouço,
O que rodeio,
Sou até mesmo o que desconheço,
Sou uma guerra fria em mim mesma.
Mas, não. Não tenho nome.
Não tenho indentidade.
Nem nada
Sou o produto do dinheiro
E um pouco de fada.
Flávia Braga
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